Ontem foi um daqueles dias.
Tudo começa com a correria para evitar perder o comboio ( pois aqui no «deserto» só há comboios de hora a hora).
Segue-se uma ida até à caixa geral de depósitos, onde se espera uma hora para ser atendido. Mais duas horas para o «Jorginho» abrir uma conta. Como se não chegasse, almoço num restaurante onde me servem uma bebida estragada ( os efeitos viriam a sentir-se mais tarde ).
Viagem de metro, barco ( talvez a melhor parte do dia. Andei num dos cacilheiros abertos, em que podemos ir do lado de fora. Há anos que não apanhava um destes.), metro outra vez, e chega-se aos Restauradores. Creio que a loja do cidadão nos Restauradores é o sítio do país onde há maior perigo de contágio de gripe A. O facto de se ter de esperar 4 horas para ser atendido, não ajuda muito. A simpatia das funcionárias sempre presente ( ou não. Secalhar já elas foram infectadas).
Viagem de metro, barco , metro outra vez, e chega-se ao pé da boleia. Lancha-se, e não se resiste á tentação de uma bola de berlim, daquelas cheias de açucar e com o creme a sair. Bónus: Bola estragada.
Isto tudo com duas horas de sono.
Que dia maravilhoso.
Segue-se uma viagem para o «deserto»(?) por tempo indefinido.
Sem internet.
Sem rede telefónica.
O paraíso.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário